terça-feira, 17 de maio de 2011

Alunos de Direito participam de Júri Simulado

Com a proposta de proporcionar o máximo de interatividade e trazer a prática para o cotidiano teórico da faculdade. Os alunos do 1º semestre do curso de Direito participaram de um Tribunal de Júri Simulado. Esta prática foi feita com os discentes da disciplina Filosofia do Direito, ministrada pela professora Arysa Gondim, e os da Teoria Geral do Estado, com o professor Roberto Ney.

PromotoresE um primeiro momento, os alunos visitaram o Fórum Clóvis Beviláqua e presenciaram um julgamento. Depois, pegaram a cópia de um processo real e julgado, e fizeram um estudo de caso para posterior encenação omitindo os nomes reais das pessoas envolvidas. Na ocasião, foram designados quatro alunos para a defesa, ou seja, interpretando a Defensoria Pública; quatro alunos para a acusação, figurando como Promotores; um aluno como réu e outro assumindo o papel de policial. Os demais alunos puderam participar através do Júri, pois este foi sorteado no ato da simulação.

Após definida a função de cada um, os professores Arysa Gondim e Roberto Ney orientaram os acadêmicos de acordo com sua respectiva área de interpretação. Segundo a professora Arysa, essa atividade visa “observar o poder de argumentativo, como eles usam o conhecimento que já trouxeram da vida, tendo em vista que eles ainda não têm conhecimento teórico para se embasarem, pois estão, ainda, no início do curso.”
 Defensores
Diante deste cenário, os alunos usaram diversos recursos para convencer o júri e suprimir a falta de mais conhecimento teórico, e com isso usar outros artifícios argumentativos. A ‘defensoria’ usou trechos bíblicos e ‘promotores’ contaram parábolas, ambos com o desejo de convencer o júri.

No decorrer do julgamento, o professor Roberto Ney, que é Defensor Público e encenou o papel de juiz de direito do Júri Simulado, fazia intervenções no decorrer da encenação sempre esclarecendo aos alunos a forma correta de se proceder e dando dica de alguns ritos jurídicos. Desta forma, eram beneficiados tantos os alunos envolvidos diretamente na atividade, bem como os demais alunos da platéia.

Ao final, o Júri foi ‘convencido’ pelos argumentos dos ‘promotores’ que requeriam a prisão do suposto réu por ter praticado homicídio. O aluno João Neto, que encenou um dos quatro promotores, elogiou a iniciativa dos professores e parabenizou a faculdade por apoiar esse tipo de prática.

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